A vovó mais tatuada do Brasil

A vovó mais tatuada do Brasil

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Viúva há sete anos, Judith Caggiano, a vovó mais tatuada do Brasil, precisava aprender a sorrir e a sair de casa sozinha. Depois de cinco décadas dedicadas ao casamento, a morte do marido possessivo – mas excelente pai, ela garante – encerrou um ciclo. “Virei dona da minha própria vida aos 72 anos”, conta em entrevista. Ela tem três filhos, cinco netos e seis bisnetos, o sétimo está para nascer. Já fez um documentário, o Envelhescência, dá palestras, vai para baladas e anda de moto com o neto mais velho.  Como está de repouso por conta de um acidente que sofreu na rua perto de sua casa, em Santo André, São Paulo, voltou a fazer coisas de “vó”, diz, brincando sobre o crochê. “Terminei uma colcha que ficou linda”, comenta.

Com quantos anos fez a primeira tatuagem?

Fui para Paraná, na casa de parentes, alguns garotos faziam tatuagem com uma máquina improvisada. Aí me empolguei e pedi para eles fazerem uma tatuagem para mim, na nuca, mas não sabia que furava. Quando começaram, pensei: a cabeça vai cair agora. Foram cinco horas para a conclusão de um tribal, que eu chamo de ‘minha libertação’.  Meu, pareceu que demorou um mês.

Qual foi a reação da família quando viu a tatuagem?

Eles esfregavam água para ver se saía (ri). Meu filho mais velho tem 64 anos e meu neto mais velho 44 anos, saio de moto com ele. E, na boa, não peço autorizam de ninguém para fazer nada. A vida é minha. E as tatoos são em homenagens a eles.

Vai fazer mais tatuagens?

Claro. Meu próximo bisneto está para nascer, vai ser mais uma estrela. E assim. As estrelas do ombro e braço direito são os filhos, netos e bisnetos. Nas costas, tenho uma fada e um sol durante o amanhecer.  A fada digo que é a safada (ri). Falo tão rápido que ninguém percebe. E o sol representa o início da manhã, quando chego da balada.

Como tem tanta energia e vitalidade?

Quando falo para o médico tudo que faço, ele desaprova, então não é receita médica. (gargalha). Encaro a vida com alegria e tenho fé em Deus, o que torna tudo mais fácil.

 Tem medo da velhice ou da morte?

Isso não me preocupa. E outra, a idade pra mim é um número e tatuagem é avanço. Morte? Sei que tenho um prazo de validade. Vou lá saber quando vou vencer, meu. Minha vida é linda.

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