Afinal, o que saber sobre o Mal de Alzheimer?

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Em todo o mundo 47 milhões de pessoas têm Mal de Alzheimer, já no Brasil, existem cerca de 900 mil, esse número representa 6% dos idosos brasileiros. Mas afinal, o que saber sobre essa doença? Atente-se!

O que caracteriza Mal de Alzheimer?

O mal de Alzheimer é uma doença de lenta e progressiva evolução, que destrói as funções mentais importantes, levando o paciente à demência, um termo usado para indicar que o indivíduo perdeu suas capacidades de raciocínio, julgamento e memória, tornando-o dependente de apoio nas suas atividades diárias. O mal de Alzheimer é a causa mais comum de demência, sendo responsável por mais de 60% dos casos.

Causas

Não se conhece a causa específica da doença de Alzheimer. Parece haver certa predisposição genética para seu aparecimento. Nesses casos, ela pode desenvolver-se precocemente, por volta dos 50 anos.

Quais os principais sintomas?

Atividades do dia a dia podem se tornar desafiadoras nos primeiros estágios do Alzheimer. Fazer um café ou chá obviamente não são tarefas complicadas ou que requeiram raciocínio complexo. Mas quem tem Alzheimer, muitas vezes, sofre para saber qual o próximo passo em atividades como essas.

Outros sintomas conhecidos: Dificuldades na fala, esquecer fatos que aconteceram recentemente, dificuldade em se situar no tempo (saber em qual data ou hora estamos), perder-se em lugares conhecidos e até familiares, dificuldades em tomar decisões ou ter iniciativa própria, abatimento e tristeza sem motivo aparente e mudanças repentinas de humor.

Diagnóstico

Não há um teste diagnóstico definitivo para a doença de Alzheimer. A doença só pode ser realmente diagnosticada na autopsia. Médicos baseiam o diagnóstico no levantamento minucioso do histórico pessoal e familiar, em testes psicológicos e por exclusão de outros tipos de doenças mentais. Mesmo assim, estima-se que o diagnóstico possa estar equivocado em 10% dos casos.

Tratamento

O tratamento atual de pacientes com doença de Alzheimer visa a manutenção da qualidade de vida, melhorando a função e a independência, minimizando as perdas cognitivas e tratando as alterações de humor e comportamento. A abordagem do tratamento deve ser global, e dentro do possível, multiprofissional e multidisciplinar.

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