O que é o temido Mal de Parkinson?

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O mal de Parkinson é uma doença do sistema nervoso central que afeta a capacidade do cérebro de controlar nossos movimentos. A doença recebe esse nome em homenagem ao Dr. James Parkinson, o primeiro médico a descrevê-la.

O que consiste Mal de Parkinson?

A Doença de Parkinson é uma doença degenerativa do sistema nervoso central, crônica e progressiva ainda sem cura. É causada por uma diminuição intensa da produção de dopamina, que é um neurotransmissor (substância química que ajuda na transmissão de mensagens entre as células nervosas).

A dopamina ajuda na realização dos movimentos voluntários do corpo de forma automática, ou seja, não precisamos pensar em cada movimento que nossos músculos realizam, graças à presença dessa substância em nossos cérebros. Na falta dela, particularmente numa pequena região encefálica chamada substância negra, o controle motor do indivíduo é perdido, ocasionando sinais e sintomas característicos.

Sintomas

Tremores

Os tremores apenas de um lado do corpo são as manifestações iniciais. Os gestos involuntários não aparecem durante a execução de uma atividade. O tremor característico é o que diagnostica o Mal de Parkinson, ocorre enquanto o indivíduo está parado e os membros em repouso.

Bradicinesia

Sintoma mais incapacitante da doença, a bradicinesia é caracterizada pelos movimentos lentos e pode se apresentar em atividades simples, como abotoar uma camisa ou amarrar os sapatos

Rigidez

A rigidez dos músculos é outro fator importante do mal de Parkinson. Assim como o tremor e a bradicinesia, a rigidez inicia-se apenas de um lado, generalizando-se conforme a doença progride.

Diagnóstico

O diagnóstico da doença de Parkinson é basicamente clínico, baseado na correta valorização dos sinais e sintomas.

O profissional mais habilitado para tal interpretação é o médico neurologista, que é capaz de diferenciá-los do que ocorre em outras doenças neurológicas que também afetam os movimentos.

Existe tratamento?

Não há cura para o mal de Parkinson, porém, os tratamentos atuais são bastante efetivos no controle dos sintomas.

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